sábado, 19 de janeiro de 2008

Que futuro?

Hoje, à semelhança do que tenho vindo a fazer todos os dias dei um salto a este magnífico, cultural e dogmático blog com o objectivo de ler os 2353636256 comentários que me vão chegando aos posts por mim postados (e muito bem diria eu). É claro que no fim o amigo visitante apenas vê uma meia dúzia porque uma boa parte deles são milhares de gajas boas a assediar me, e outros tantos, os respectivos maridos e namorados a ameaçar me, e esses claros não podem ficar visíveis. No entanto, o que mais me surpreendeu foi o facto de a última posta ter saído há já uns bons 6 dias, que mesma não o sendo, me pareceu um falta de respeito para todos os meu fãs. Contudo voltei a deparar me com mais um problema (para não variar), aliás já dizia um primo afastado do poeta, "...pedras no caminho? encontro muitas, um dia vou fo... coisar um pé!". A FALTA DE ASSUNTO (problema congénito da maioria das mulheres), o que me levou seriamente a pensar e repensar bem a minha vida (note se, nunca a minha sexualidade! MUITO MACHO!). Quem sou eu? Qual o melhor rum(o) para a minha vida? Aguardo sugestões...

P.S. Para responder de uma vez por todas a todas aquelas perguntas um pouco insolentes que me têm assolado estes dias e que pelos vistos não há maneira de parar, sim, é grande e grosso!

domingo, 13 de janeiro de 2008

Até me saltarem os dentes...

Na 3ª semana de Fevereiro de 2008 no coliseu do Porto... E eu vou lá estar! (No dia 20 às 21:30)

quinta-feira, 10 de janeiro de 2008

Find Made!... (A filha dos macânicos)

Hoje enquanto lia o jornal deparei me novamente com um par de notícias relacionadas com o desaparecimento da pequena Maddie. Apesar de não ter uma opinião muito clara relativamente a este assunto, não me é de todo indiferente. No entanto, fico um pouco enjoado ("desmasiado" até! acho que chego mesmo a ficar "agoniado"!) com a quantidade de notícias a esse respeito, uma vez que a maioria delas nada trazem de novo, e outras tantas, mais não fazem do que especular sobre futilidades... "Kate Mcann deu um peido!...", "Encontradas cuecas de Kate Mcann com vestígios de cocozinho!...";"Eram as mesmas cuecas que usava no dia do desaparecimento de Maddie, o vestígios da caca continham feijão fradinho, o jantar de Kate nesse mesmo dia..."... Mas o que mais chateia em tudo isto é o facto de que esses mesmos espaços poderiam vir a ser ocupados por notícias dando conta de outras pessoas também elas desaparecidas, e que também merecem e devem ser encontradas, pois também têm pai e mãe e pessoas que as querem... Eu por exemplo acabo de me lembrar agora de um autocarro desaparecido à cerca de 5 anos, que era esperado lá no meu CREDO no início de um verão, e no qual viajam 40 BOAS P...., (P.... é sinónimo de putas, pese embora eu não tenha colocado a plavra no texto não fosse a mesma ferir susceptibilidades ao cibernauta mais panasca) sócias dum primo do Ali Bábá. Resultado, nunca mais ninguém as viu nem tão pouco se falou nelas... No entanto e para os mais críticos não acusarem a minha pessoa de utilizar este espaço em benefício próprio, hoje resolvi colocar um post dando conta de um desaparecimento, que se não me falha a memória, é o desaparecimento com maior longevidade...


segunda-feira, 7 de janeiro de 2008

a mesma "ladainha"...

Passado (e bem passado) que está o fim de semana voltamos ao mesmo, parafraseando os meu conterrâneos, "tornamos a tornar"... A mesma rotina, as mesmas caras, as mesmas actividades mas o pior de tudo, as mesmas preocupações e dores de cabeça. Mas precisamente por serem as MESMAS, eis que dou por mim mais uma vez nos hospital dos "felizes" (ou não), com um tempo morto e com o Álvaro (o mesmo do nome fictício que por acaso até se chama Álvaro) bem comportado, ou seja, estão criadas condições para poder fugir dessa mesma rotina, desses mesmos problemas e poder então concentrar me um pouco nas verdadeiras questões da vida. E pode dizer se que comecei bem, uma vez que pude debatê las com um colega e amigo que se chama Eduardo (nome fictício de um colega, que assim ficou baptizado porque uma doente não lhe conseguia acertar com o nome) e posteriormente vir até aqui "amandar umas balentes postas de pescada". Hoje, por exemplo, centramos a nossa conversa na actual política e estado do país. Logo após meia dúzia de palvaras chegamos à triste mas real conclusão que isto nem está bem nem está mal, está uma merda... Mas também, diga se, segundo "nozes", com boas possibilidades de se tornar um "poio" um pouco mais "piqueno"! E aqui, neste preciso momento eis que se põe a primeira e grande questão:


Porque é que ainda estás a ler isto? Não tens mais nada para fazer?


Mas se não tens mesmo nada que fazer adiante. Como este blog está aberto a todos os que nele queiram participar, e como até já teve algumas participações, e que por acaso até foram de duas moçoilas BEM BOUAS, que me deixaram uma sugestão de também postar umas imagens, cartoons, etc, vou acatar essa sugestão e colocar algo que não só seja bonito, mas acima de tudo e como é filosofia do blog, deixar aqui algo sugestivo e que nos permita reflectir sobre... coiso...



sexta-feira, 4 de janeiro de 2008

...divagações...

Muitas são as ocasiões em que dou por mim a pensar sobre as verdadeiras questões da essência humana e do universo, deixo de pensar nas pequenas coisas do dia-a-dia, como os boxers que não mudo há 3 dias ou as unhas dos pés que estão demasiado grandes e me rompem todos os pares de meias nomeadamente no halux, comummente conhecido como o dedo gordo do pé, para me dedicar a questões mais transcendentais e para as quais todos nós deveríamos parar um dia para nos debruçarmos sobre as mesmas... Felizmente muitos foram os que o fizeram, dedicaram se à causa, queimaram uns neurónios e trouxeram até aos nosssos dias uma fortuna cultural imensa na qual nos vamos abastecendo de alguma (pouca) sabedoria e conhecimento. Confúcio, Nietzsche, Platão ou Bertrand Russell são apenas alguns dos vários nomes cujo trabalho é sobejamente conhecido, apreciado e cujo valor é inequivocamente inquestionável (passo a redundância). Contudo muito falta por explicar, muitas teorias por criar e outras por confirmar até. Eu pessoalmente tenho a sorte de ter um grande amigo, perito nesta área, que aquando da sua presença raras são as vezes cujo seu vasto conhecimento e saber, mas sobretudo a capacidade de aplicar uma teoria ou até um simples provérbio, são postos à prova. No entanto e para não mais cair no erro de divagar demasiado (passo a redundância "again") gostaria então de aqui deixar a questão que me ensombrou durante toda a manhã, deixando ao critério do caro amigo leitor expôr ou não o seu ponto de vista ou resposta concreta até!
24 horas num dia, 24 cervejas numa (a)grade. Coincidência?

quinta-feira, 3 de janeiro de 2008

Once upon a time...

... às 23:20 do dia 03 de Janeiro de 2008, encontro me a fazer noite no hospital dos "felizes"... Como o ambiente está calmo e o Álvaro (nome fictício de um doente, que por acaso até se chama Álvaro) não está a fazer merda, vou "pastar" um "cibo" para o PC. Como os sites xxx (frequentemente visitados por mim mas com fins académicos e/ou científicos, nomeadamente no estudo da Doença de Parkinson) estão banidos no sistema informático, eis que dou por mim a visitar um blog duma pessoa muito amiga... No esfregar dum olho estou eu a criar o meu próprio blog e a escrever um par de baboseiras. E é então a partir desta mesma hora deste mesmo dia que todos os potenciais suicidas têm o que necessitavam para a concretização desse mesmo potencial (não precisam de agradecer, aqueles que falharem, cá vos espero)!
Não sei se mais algum dia virei aqui "postar" mais alguma coisa e muito menos com que frequência, mas pelo menos tenho alguma intenção de o fazer... Com que objectivo? Nenhum em concreto, apenas utilizar o blog com o mesmo propósito que utilizamos uma retrete. Também não sei se algum dia alguém vai vistar este blog e muito menos com que frequência, aliás esta última questão nem se deve colocar, até já eu começo a ficar enjoado com a minha própria conversa, mas no entanto se algum índigena por aqui passar e tiver o azar de ler, desde já o meu pedido de desculpas, o meu conselho imediato é colocar um xanax debaixo da língua e posteriormente inicar tratamento com Prozac e depois haja e tente interiorizar que foi apenas um pesadelo...
Para terminar minha sessão de entrada na blogosfera gostaria apenas de deixar uma questão essencial da existência humana para podermos reflectir, se possível apresentar respostas e se alguém (eu que sou o único que vou ler isto) quiser, comentar...

Por que é que quando paramos no sinal vermelho, há sempre alguém no carro do lado com o dedo no nariz?